Co-Labor-Acção-Artística – Por uma Pedagogia Criativa.

Rita Basílio (Investigadora do IELT- UNL-FCSH. Bolseira de pós-doutoramento FCT)

Doi: 10.24981/978-989-20-5401-9-Lx-RB

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Apresentação

Este texto reporta, em forma de testemunho, um projecto de investigação-acção “laboratorial” que nos trouxe (a todos) à construção performativa de um “Livro Colaborativo”. O presente reporte está incluído no Livro que descreve, fazendo por isso parte integrante do processo pedagógico que acompanhou, mediou e pontualmente orientou a sua própria feitura.

IMG_4939“Projecto laboratorial” – defino-o assim pelo facto de que cada experiência ter sido sempre acompanhada por uma análise operativa e crítica e pelo registo continuado de processos e resultados. Registando e descrevendo estratégias, improvisos, imprevistos e descobertas da experimentação artística posta em acto, a observação deveio performance da sua própria pedagogia de criação-construção colaborativa, pedagogia que resulta de uma defesa da Arte enquanto experiência existencial e, porquanto tal, também como experiência de Aprendizagem, de Educação. Eis o quadro epistemológico que assim se desenha: a sala de aula de “Arte-Cidadania”, incluída no “Projecto MotivArte – AEC 2015-2019”1 tornou-se um espaço de activação, realização e estudo de estratégias de aprendizagens híbridas, de interpretações críticas e criativas, de descoberta de formas de expressão comprometidas consigo mesmas, com os outros e com o mundo, “real”, envolvente, mutável e contaminante.

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A meta, por conseguinte, foi, desse o início, o próprio caminho: o percurso que se abre às aprendizagens que talvez só a Arte e a Literatura potenciem, dando-lhes acesso. Ao longo de todo este processo, o papel dos mediadores interventivos revelou-se de importância fulcral no que respeita às possibilidades de concretização deste projecto.

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O que se propõe e o que se põe à e em discussão não é um texto “sobre”, mas um “inter-texto” – intersticial ao próprio processo agora apresentado, na medida em que começou a ser tecido entre as malhas de cada acção desenvolvida, durante dois meses, nas salas de aula de “Arte-Cidadania”.

Ponto de partida.

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Comecemos pela primeira etapa de uma proposta de colaboração intercomunitária que ramificou as suas veias de acção num acontecimento pedagógico concreto, que afectou as salas de aula e os espaços exteriores de seis escolas do ensino primário, que contaminou as crianças e os professores que as acompanharam, que convocou investigadores e estudantes de Artes, que foi tocando, rizomaticamente, diferentes pessoas que se foram oferecendo para dar o seu contributo e até para “coser” (literalmente) o “Livro-Mala-Estante” que resultou de toda esta interrelação actuante, estimulante, comunicante, experimental… numa palavra: Artística. Falamos, por conseguinte, não apenas de um projecto, mas sobretudo de uma pedagogia co-labor-activa, reiterável e renovadora, reiniciada a cada vez que acontece!

Ponto 1

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O desafio.

A meta, dizem os orientais, é o caminho.

Esta aventura criativa foi despoletada por uma “provocação” lançada pela investigadora Teresa Eça, que integra o Grupo de Investigação em Arte Educação C3, impulsionador da Plataforma de Projetos Educativos Inter-Ação, o repto foi lançado: participar no Projecto “Cadernos Artivistas – Livros de Artista como Proposta Comunitária”, iniciativa de âmbito internacional, que tem a APECV com entidade parceira.

Dá-se assim a entrada em cena do primeiro mediador – Rita Basílio – uma investigadora que trabalha num projeto de intervenção pedagógica (em regime não-formal) que visa conectar a promoção e o desenvolvimento da leitura literária com a interpretação e a expressão artísticas.

IMG_4050O desafio foi relançado aos professores (mediadores educativos, formados em diferentes áreas) que trabalham diretamente com as turmas das 6 escolas do referido Agrupamento – Alexandra Domingos, Pedro Ferreira, Joana Cardoso, Mariana Violante, Iolanda Gonçalves.

Eis o lugar onde o que mais importa começa: nas salas de aula de “Arte-Cidadania” onde as crianças (dos 6 aos 9) aprendem a “brincar de pensar” – na maravilhosa e profícua proposta de Clarice Lispector – “Não fossem os caminhos da emoção a que leva o pensamento, pensar já teria sido catalogado como um dos modos de se divertir” (Lispector, 2013: 31)

Aceite o desafio pelos professores – os novos mediadores em cena –, a provocação prossegue viagem, destinando-se agora aos verdadeiros atores-autores desta proposta de ação criativa.

Começam-se a desenhar comunidades co-operantes e motivadas: crianças do 1º ano, do 2º, do 3º, do 4º ano; crianças de 6 escolas diferentes, unidas num Agrupamento comum.

Juntos, começámos por decidir o nome que nos designa e une: “Comunidade MotivArte: Artistas-Leitores – AEC 2016”.

O que começou numa provocação é já uma aventura para todos os que o aceitaram. Há uma pedagogia nesta aceitação: não se propõe um projecto pré-concebido, não se traça um plano, uma estratégia; as crianças dizem sim ao imprevisto: ninguém sabe o que vai acontecer, é preciso começar e começa-se por fazer um mapa de um livro desconhecido, um mapa de lugares, de palavras que surgem em conversa solta, provocações, palavras lançadas e escolhidas pelas crianças.

A invectiva tem, todavia, um tópico comum: “o tema do livro é o livro”. A perplexidade e o silêncio é parte do processo, depois as crianças riem – é o melhor ponto de partida para a criatividade.

Partiu-se da questão do “livro por vir”– criação do que “não há” – para dar início à sua “invenção” – descoberta dos modos e das formas de o vir a tornar factual e manifesto: aprendizagem da “visão criativa” – imaginar o Livro. De que falará “um livro sobre o livro” se ainda não há livro nenhum? Temos de o inventar! O que poderá entrar nele, começá-lo? As respostas começam a surgir: terá letras, palavras, livros, terá desenhos, cores, colagens… A sala de aula funciona, nesta perspetiva, como laboratório de aprendizagens literárias e artísticas que advêm das ações físicas (corporais) de ouvir, ver, fazer, tocar, experimentar, pensar criativamente, convocando e invocando toda a hibridez dos materiais disponíveis na criação de um objecto individual e colectivo, feito por cada um em comunhão e partilha com todos os outros – dos colegas de turma aos colegas de escola, passando por todas as escolas do Agrupamento, pelos professores e pelos colaboradores que, ao longo do processo, se vão juntando ao movimento a que dão corpo (literal e metaforicamente).

Será um livro sobre nós, sobre o que fazemos, sobre os modos de fazer e de descobrir o que podemos fazer à medida que as aulas acontecem e as ideias surgem nas nossas cabeças e das nossas mãos a experimentar todos os materiais disponíveis. E foi assim que tudo começou.

Ponto 2

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Primeiros passos, primeiras hipóteses, primeiros esboços.

Em cada turma, cada professor medieia o processo de invenção do imprevisível Livro comum. Foram surgindo as ideias que iriam dar forma aos “capítulos” do grande Livro desconhecido. A mediação revela aqui o seu papel imprescindível: em Arte-Educação o incontornável gesto performativo da mediação é motivar!

Para a “apresentação” dos colaboradores-artistas foram propostas diferentes soluções de auto-representação. O primeiro fólio chamou-se assim: Eu & Nós – o auto e o hetero-retrato: como nos vemos, o que mostramos – o nosso rosto colorido, as nossas mochilas de papel, a nossa professora, o nosso traço.

A auto-representação e a hétero-representação mostram uma primeira tomada de consciência de si, a partir dos traços e das cores escolhidas por cada um. A expressão artística é descoberta, numa primeira fase, como uma espécie de espelho que construímos a partir do “saber” das nossas próprias mãos: os desenhos mostram-nos como nos imaginamos pelas mãos que aprendem a representar – quer dizer a reproduzir-reinventando-o – o nosso rosto, o rosto do outro, o que nos é familiar. Aprendizagem da mão como primeiro agente do testemunho da “visão plástica” que as crianças começam a conhecer e a reconhecer como aptidão própria, desenvolvendo nelas o desejo de a querer fazer crescer, manifestar-se – tornar-nos manifestos.

As crianças tiram fotos dos seus próprios trabalhos. A fotografia como ponto de vista, a passagem para o computador, a realização de um “filme-documentário” do processo é também parte do processo, ao mesmo tempo que se desenvolvem aptidões de literacia multimidiática e tecnológica, aprende-se a reconhecer a diferença que acontece na passagem dos originais em papel para o suporte digital.

A segunda via de trabalho surgiu já do desafio que o próprio Livro Colaborativo suscitou: somos parte de uma turma, que é parte de uma escola, que é parte de um Agrupamento de escolas, de uma cidade, de um país que faz parte do Mundo em que todos vivemos.

O segundo fólio chamou-se “Nós no Mundo – o Mundo é o nosso presente!”

IMG_3873Várias folhas soltas de revistas antigas e manuais escolares inutilizados percorreram as salas, as crianças recortaram fragmentos dos objectos que conhecem, do mundo onde vivem. Todos os fragmentos foram reunidos e votados, elegeram-se os mais consentâneos e o mapa do mundo em que vivemos foi sendo montado por diferentes colaboradores. A cada passo só se conhecem as ações presentes, os resultados da interconexão de cada ação com as várias outras ações simultâneas ficam por chegar.

Pedagogia rizomática: as aprendizagens não são nunca fruto de um estrito “aqui e agora”, prolongam-se no tempo; é na re-visão que mais se aprende a refletir sobre o que fizémos, a descobrir o que ficou feito e continua a fazer-se para lá de nós. A experiência de criação de um livro colaborativo é uma extraordinária estratégia de aprendizagens multifacetadas e surpreendentes.

IMG_3938Para além de funcionar no sentido mais óbvio como um processo de aprendizagem do trabalho em grupo, como experiência de partilha e de colaboração, como tomada de consciência comunitária, participar num livro colectivo desperta também, e sobretudo, nas crianças, a consciência dos processo de intervenção e de participação que promovem e desenvolvem sentimentos de pertença e de orgulho em si, de auto-responsabilização, de segurança e de autonomia, concomitantes com a tomada de atitudes de respeito e de admiração pelo outro, experiências imprescindíveis para a promoção de um espírito crítico individual, capaz de examinar, refletir e criticar, propondo soluções e alternativas quando discorda, expondo ou explicando porquê.

Outro dos factores inestimáveis na defesa de uma proposta pedagógica devém da abertura que ela traz à aprendizagem do sentido do compromisso, do comprometimento, do empenho e da atenção que devemos dedicar a cada coisa que fazemos.

Sublinho aqui a grande singularidade que o “livro colaborativo” (enquanto estratégia pedagógica) oferece aos mediadores educativos: permite-lhe trabalhar também com a “dispersão” enquanto acto integrante do desenvolvimento da “atenção”. Como foi referido, as crianças trabalham com vários materiais ao mesmo tempo, são-lhes propostas diferentes acções: ouvir, ver, recortar, escolher, pintar, fotografar, desenhar… Não se trata de deixar que se instale o caos, mas de ajudar as crianças a lidar com um facto que as afeta diariamente e sem retorno: o excesso de informação multifacetada e acrítica que lhes chega de todos os lados e a que não têm como escapar, as tecnologias que se desenvolvem a uma velocidade incontrolável e que exigem uma adaptação rápida às suas inúmeras solicitações, a tendência (cada vez mais atual e efetiva) para se fazer várias coisas ao mesmo tempo…

“Precisamos trabalhar também com essa dispersão”, sublinha Teresa Eça .” (Eça, 2014: 62). Não há pois paradoxo, sequer antagonismo, entre os sentidos actuais das palavras “atenção” e “dispersão”. Enquanto mediadores educativos a nossa própria atenção tem de se concentrar nas formas de canalizar a “dispersão” para novas formas de aprendizagem da atenção crítica e criativa que devém dela.

A experiência de todo o processo de criação do livro colaborativo trouxe a todos os mediadores muitas oportunidades para aprender a constatar e aprender a gerir este facto e, aprendendo, ajudar a as crianças a saber geri-lo também.

O terceiro fólio: um livro tem de ter letras – O nosso ABC.

IMG_3912Nos primeiros anos de escolaridade, a aprendizagem das letras é parte integrante da formação de um novo modo de olhar, pensar, interpretar e expressar o mundo: a escrita. Escrever é desenhar, desenhar também é escrever. Eis a aprendizagem. Despertar a consciência infantil para a existência de diferentes formas de interpretação e de expressão do pensamento – tido aqui enquanto ato de conhecimento e de expressão cognitivo-emocional que interfere e aumenta o mundo –, das diferentes formas de linguagem criadas pelo ser humano é, em si, um ato pedagógico fundamental.

A aprendizagem – crítica e criativa, individual e colectiva – da arte da expressão e da interpretação humanas passa pelo desenvolvimento consciente e pragmático de aptidões e técnicas de proficiência nas diferentes formas de linguagem (verbais, tecnológicas e artísticas) que estão ao alcance de cada um de nós e a cujo acesso ninguém pode ser privado.

O quarto fólio: A língua também é a nossa casa: As Casas que habitamos.

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Por fim, a consciência de que este não é um livro interminável. No tempo estipulado, mediadores e crianças-artistas decidem o último capítulo.

Incorporação da Literatura (enquanto “arte da palavra”) no processo de aprendizagem da interpretação e da expressão artísticas.

Enquanto Arte da Palavra que é, a Literatura sempre fez corpo com as restantes Artes – um corpo sensível efectivo e afectivo, um corpo com voz, com vozes e vocações que convocam cada um, individualmente, a dar resposta às suas solicitações. Cada resposta é incorporada nessa linguagem rizomática e sem forma definível porquanto a sua natureza, como a Natureza de que fala Alberto Caeiro é, a cada vez e singularmente, parte de si mesma, em conexão e contaminação com as demais linguagens que fazem com que tudo o que chamamos “Artes” sejam hibridas e criativas “partes sem um todo”.

O capítulo desta secção do Livro Comum será: Histórias que me Contaste Tu – Desenhos que Fiz para Ti

O projecto MotivArte conecta-se aqui directamente com o projecto Cadernos Artivistas e inclui, no seu “Livro Colaborativo”, a Literatura como agente motivacional e estimulante de diferentes práticas e experiências de leitura posta em acto – desenvolvimento da atenção e da escuta, interpretação criativa, transmutada em diferentes formas e materiais de expressão artística. Desenvolvimento do ouvir, da atenção, da criatividade e da auto-expressão.

Coube aos professores-mediadores a escolha dos livros-provocação a trabalhar nete projecto. Foram seleccionados O Ponto de Peter H. Reynolds; A revolução das Letras de Manuel António Pina, A Greve de Catarina Sobral, Não é uma caixa de Antoinette Portis e Se eu fosse um livro de xxx

Destes livros nasceram os livros que cada criança ajudou a criar. Alguns livros resultaram do trabalho com uma só turma, outros de diferentes turmas da mesma escola. Um deles é composto pelo trabalho colaborativo e conjunto das crianças do 1º ao 4º ano de uma das escolas. Cada professor-mediador encontrou a sua estratégia de participação no grande Livro-Comum e os resultados foram surpreendentes.

Ponto 3

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Diálogos criativos – a invenção da “forma”.

Cinco mediadores, 23 turmas (do 1º ao 4º ano) a trabalhar num projecto comum. Todos dão o seu contributo para o grande Livro Colectivo que só conhecerão no fim. A expectativa e o desconhecimento são parte integrante da motivação, geram curiosidade e a criança curiosa é a que quer saber, a que quer aprender a que quer contribuir com a sua parte para o que ignora ainda, mas sabe que está a acontecer com cada um e a cada um, porque são muitos a trabalhar para o mesmo. O que surgirá para lá de cada desenho, pintura ou recorte devém de um fazer conjunto que incluirá todos.

Ao longo do processo multiplicámos os sentidos da palavra “reciclagem”: reciclagem de matérias, mas também reciclagem cultural, verbal, digital, virtual.

Estar atento à oferta global de fragmentos de um “tudo” desagregado, atenção à fractura, ao desajuste, à de-composição e re-composição para cuja recepção o olhar já nos foi orientado pelos pintores cubistas por ex; atenção à reutilização criativa do que o mundo nos faculta e oferece – eis um novo ponto da pedagogia criativa que preconizamos.

E por fim, chega-se à etapa da composição-reflexão da “forma” (das várias formas) que inventarão o Livro

Com centenas de folhas – de diferentes tamanhos e texturas – nas mãos, os mediadores da primeira etapa converteram-se em colaboradores activos da segunda. Foram-se aproximando outros colaboradores, curiosos e convocados pelo desafio, novas ideias surgiram, novas propostas, muitas falhas, imprevisíveis soluções… Uma estudante de Belas Artes, uma amiga que sabia costurar, amigos que quiseram colaborar… a comunidade cresceu e disseminou-se, concentrada nesse objecto comum que surgiria do trabalho conjunto de todos nós.

00000Os desenhos, as letras, as palavras, as colagens, os recortes, as folhas coloridas, as casas, os pontos, as linhas, os pop ups, as mãos, os quadros…. foram encontrando os seus lugares, dando forma aos seus próprios livros, colaborando uns com os outros em desenhos comuns, alfabetos colectivos, marcas comunitárias.

A importância de constatar isto: a abertura à colaboração imprevisível impede a definição de uma meta ou de um resultado previsível, o imponderável força o previsível a romper os seus limites e a transformar-se, a adaptar-se, a criar o impossível, a habitar o vazio do impensável, tornando pensáveis novas possibilidades. O que cada elemento que se conecta traz de novo muda o próprio e o colectivo.

No fim não houve índice nem houve capítulos. O Livro Colaborativo ajudou-nos a inventar a sua própria forma de biblioteca ambulante, um “livro-mala-estante” para mostrar, guardar e transportar todos os livros que o inventaram!

Conclusão

Ao longo de todos este processo, as crianças aprenderam também isto: não somos consumidores passivos de produtos prontos, não somos receptores inactivos de saberes ou conhecimentos alheios, todo o aprendiz é parte integrante e activa da sua própria aprendizagem, co-laborante, co-criativo da própria recepção que o inventa, fornecendo-lhe instrumentos, materiais, ferramentas de interpretação e expressão individuais, despertando e desenvolvendo, em cada um, aptidões, atitudes, vocações para a acção interventiva, co-construtiva do próprio ensino, isto é, do que cria a necessidade do “ensino”: despertar a necessidade de querer aprender!

Diz Teresa Eça o que deve ser dito por cada professor-educador-mediador: “Trabalhamos com os sentidos, a liberdade, a expressão, a comunicação, o pensamento e a vontade.” (Eça: 64) Não se pode trabalhar de outra maneira.

Bibliografia

Geral

EÇA, Teresa Torres (2014). Submergir-se: incorporar espaços (in)habitáveis, in

Revisarte, Volume 1, Número 1, Abril/2014, ISSN 2357-9854.

GARDNER, H. (1990). Art Education and Human Development. Los Angeles: Getty Center for Education in Arts.

GARDNER, H. (1995). Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artmed

LISPECTOR, Clarice. A Descoberta do Mundo, Crónicas, Lisboa, Relógio d’Água,

2013.

ROBINSON, K. (1982). The Arts In Schools. London: Calouste Gulbenkian Foundation.

Livros-desafio à interpretação artística:

PINA, Manuel António (2014). “A revolução das Letras” in O Têpluquê e outras Histórias, ilustração Bárbara Assis Pacheco, Lisboa, Assírio & Alvim.

REYNOLDS, Peter H. (2009). O Ponto, trad. Miguel Gouveia, Figueira da Foz, Bruaá Editora

SOBRAL, Catarina (2011). A Greve, Lisboa, Orfeu Mini.

PORTIS, Antoinette (2010). Não é uma caixa, Lisboa, Editorial Presença.

LETRIA, José Jorge e André LETRIA (2011) Se eu fosse um livro, Lisboa, Pato Lógico.

MINHÓS MARTINS Isabel e· MATOSO, Madalena (2012). Nunca Vi uma Bicicleta e os Patos não me Largam, Lisboa, Planeta tangerina.


1 Arte-Cidadania”, disciplina de âmbito não-formal, incluída no Plano Pedagógico do projecto-piloto “MotivArte – AEC 2015-2019”, concebido para as Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) do Agrupamento de escolas Dr. Correia Mateus, na cidade de Leiria.

DGEstE_LogoEste projeto teve a  parceria da DGEstE (Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares)

Published by teresaeca

art education researcher art educator visual artist

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